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Ninguém pára​​​​​​​ o Benfica

Ninguém pára​​​​​​​ o Benfica

Numa época incaracterística em função da paragem para o Mundial, numa altura em que em normalmente, o campeonato está, em regra, ao rubro, o jogo com o Gil Vicente era o derradeiro teste para saber se o Benfica terminava ou não esta primeira fase de uma liga a dois tempos sem qualquer derrota e só com um empate, com o Vitória de Guimarães. Prova superada.

Sem uma exibição tão exuberante se comparada com outras, o Benfica cumpriu os seus objetivos, arrancando uma vitória (3-1) que, mesmo sem deslumbrar, tem tanto de justa como de eficaz.

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Para quem possa pensar que o pré-Mundial e o facto de alguns jogadores estarem já com a cabeça nas arábias seria a justificação para um ritmo menos elevado ou uma posse de bola mais repartida; convém verificar que, precisamente os "mundialistas" Gonçalo Ramos (homem do jogo), João Mário e Enzo Fernandez foram, uma vez mais, dos melhores na partida, sendo que os outros dois convocados, Otamendi e António Silva, estiveram no seu plano habitual de competência, numa tarde que não teve complicações de maior. A bola no braço de Nico Otamendi que dá origem à grande penalidade é fortuita, embora se aceite a decisão do árbitro.

Concluída esta fase, quando muitos especulam com o que possa suceder pós-paragem para a competição, é fantástica a expressão do principal autor deste sucesso, o alemão Roger Schmidt, ao afirmar que gostaria de ver os seus jogadores na final, ou seja, um Portugal-Argentina. Estará aqui uma parte da explicação do seu sucesso e da razão pela qual ninguém pára o Benfica.

A subir
Gonçalo Ramos líder dos marcadores a regressar e a caminho do Catar.

A descer
Ronaldo e a polémica entrevista.

*Adepto do Benfica

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