
O novo alojamento estudantil, situado na Avenida Pinto da Mota, em Valença, dispõe de 24 quartos duplos e oito individuais
Foto: Ana Peixoto Fernandes
O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) inaugurou, esta quinta-feira, uma nova residência académica, com 56 camas, em Valença, e entregou a obra de outra, com 400 camas, a construir no prazo de um ano na Praia Norte, em Viana do Castelo. As duas construções são financiados pelo PRR.
Segundo fonte oficial do IPVC, com as residências de Viana e Valença, a par da adaptação de uma antiga escola primária de Prado (21 camas) e da antiga Pousada da Juventude (38), ambas em Melgaço, a oferta da instituição na região do Alto Minho “aproxima-se de duplicar face ao volume atual”.
“Este investimento não é isolado. Faz parte de um plano consistente que cobre todo o território onde o IPVC está presente. Queremos garantir que nenhum estudante fica para trás por falta de alojamento condigno ou por razões económicas. Apostamos em soluções sustentáveis, próximas, bem equipadas e acessíveis”, afirma o presidente do Politécnico de Viana, que atualmente tem em curso também “a renovação da residência do Centro Académico (132 camas), cuja conclusão está prevista para setembro deste ano”. E ainda a reabilitação das atuais residências das escolas superiores Agrária de Ponte de Lima (137 camas), e de Educação em Viana do Castelo (119 camas).
O novo alojamento estudantil, situado na Avenida Pinto da Mota, em Valença, dispõe de 24 quartos duplos e oito individuais, custou dois milhões de euros, e foi construído pelo Grupo Casais.
Segundo a construtora, é “pioneiro” na adoção do “método modular inovador (CREE Buildings), focado na sustentabilidade” e trata-se da “primeira obra pública com a solução industrializada”.
Esta quinta-feira, o IPVC consignou à empresa DST (Braga) a obra da futura residência de Viana do Castelo, com 160 quartos duplos, 40 quartos individuais, 10 quartos adaptados para pessoas com mobilidade condicionada e 10 estúdios (400 camas). Custará 18,9 milhões de euros (15,4 milhões mais IVA), também financiado pelo PRR.

