
Protesto do pessoal não docente das escolas em Gaia não é novo e já tem vários anos
Fotos: Lusa
O sindicato representante dos assistentes operacionais das escolas de Gaia acusa a autarquia de "falta de respeito" em relação a estes trabalhadores e avisa que os protestos contra a "cedência pouco democrática" a instituições particulares de solidariedade social (IPSS) durante interrupções letivas vão continuar.
Ao JN, Firmino Pereira, vereador com o pelouro da Educação, diz que "em breve" será agendada uma reunião com Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN) e promete "analisar o assunto". Faz notar que esta matéria foi herdada dos mandatos da gestão socialista, com "queixas antigas", observa que "as 11 IPSS abrangidas necessitam de recursos humanos para funcionar" e regista que o programa "GaiaAprende+" custa "mais de dois milhões de euros por ano" à autarquia.

