
Associação defende ainda uma nova categoria de solo rústico para “proteger a soberania alimentar local”
Foto:_Maria João Gala
A Associação Famalicão em Transição quer que sejam criadas e classificadas áreas naturais e florestais e uma rede de corredores urbanos no concelo famalicense.
Estas propostas surgem no âmbito da discussão pública da segunda revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) que está em andamento, e prevê a criação de um fundo ambiental e a ampliação e definição de áreas empresariais.
Quanto à criação de áreas naturais e florestais para “proteção ambiental e promoção da biodiversidade” a associação nota que tal deve incluir áreas como o Monte do Facho, em Calendário, a Mata da Quinta de Pindela, em Cruz, e a manutenção da Mata da Boa Reguladora.
Por outro lado, a associação sugere a criação de uma nova categoria de solo rústico para “proteger a soberania alimentar local” e para “diversificar as práticas agroflorestais”.
Proibir o abate simultâneo a 100%, proteger os espaços verdes e maximizar o uso do espaço urbano e a reabilitação urbana são outras das propostas.
A Famalicão em Transição considera ainda que a pedonalização dos centros urbanos deve ser fomentada assim como a promoção do transporte coletivo gratuito e elétrico. E defende a exclusão da criação de novos nós de acesso à A7, nomeadamente em Fradelos e Landim/Seide.
