Cadeia de Bragança desafia reclusos a construir instrumentos como janela para a liberdade

Nuno Pires, diretor da cadeia, assiste às explicações do professor Paulo Preto aos reclusos
Foto: Nuno Pinto Fernandes / Global imagens
Estabelecimento prisional de Bragança aposta na reintegração dos reclusos após cumprimento das penas, dando-lhes oportunidades de formação em aulas e oficinas.
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Castanholas, “cajóns” para o flamengo, ou bombos são alguns dos instrumentos que começaram este ano a ser construídos no estabelecimento prisional de Bragança (EPB). Trata-se de uma experiência que abre uma janela de esperança para o futuro dos reclusos, quando estes se reencontrarem com a liberdade após passarem para o outro lado dos muros da cadeia e que serve primeiro para ocupar o tempo atrás das grades.
