Câmara de Ponte de Lima obrigada pelo Tribunal a integrar funcionário

Vasco Ferraz exige ser ressarcido pelo Estado Central das verbas que vai gastar com a integração do funcionário.
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A Câmara de Ponte de Lima foi obrigada a integrar um trabalhador de uma empresa externa, que tinha sido contratada pelo Ministério da Educação para fornecer refeições à Escola Básica da Correlhã, e a "pagar todas as retribuições que este não auferiu desde setembro de 2022". O contrato com essa empresa terminou, quando a gestão daquela escola passou para a autarquia.
O presidente Vasco Ferraz lamenta que o Município de Ponte de Lima tenha sido envolvido num processo que conheceu, agora, a sentença em última instância do Tribunal da Relação de Guimarães, "sem nunca ter tido qualquer vinculo" com o funcionário, já que, à época, a gestão da cantina da Escola Básica da Correlhã estava sob a tutela do Estado Central. "Esta é das sentenças mais injustas de todos os tempos. Na minha opinião, até é a abertura de um precedente brutal", declarou o autarca ao JN.

