
Luís Oliveira critica o facto de as vias estruturantes terem sido mal planeadas
D.R.
Experiência de taxista identifica como pontos negros do trânsito em Guimarães os acessos a norte, na direção de Braga, e a sudoeste, para o lado de Vizela.
Palmilhar quilómetros atrás do volante não era nada de novo para Luís Oliveira quando, há 12 anos, resolveu mudar de vida e tornar-se motorista de táxi. Trabalhava na indústria têxtil, mas o lugar que ocupava obrigava-o a deslocações frequentes ao estrangeiro. “Cansei-me, queria uma coisa mais calma, andar por mais perto de casa”, afirma.
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