
Do subproduto da azeitona extraem-se compostos antioxidantes e antimicrobianos que podem ser usados em embalagens para alimentos
Foto: Leonel de Castro
Subprodutos da azeitona, da uva, do tomate e de citrinos estão a ser testados na Católica do Porto para incorporar soluções de conservação e transporte de alimentos em países mediterrânicos.
Como produzir embalagens sem plástico para os alimentos e reduzir o uso intensivo de conservantes? É possível conciliar com o aproveitamento de produtos alimentares até agora desperdiçados, gerar riqueza e melhorar o ambiente? Há uma instituição que já tem a resposta e, tudo leva a crer, poderá haver um novo contributo para a revolução nas embalagens dentro de dois anos, quando terminar o programa europeu liderado pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), integrado na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.
