EMEL gasta 19 mil euros para bloquear aplicações da Gira feitas por jovens

Gerardo Santos / Global Imagens
Universitários criaram ferramentas para resolver problemas do aplicativo oficial, mas empresa de Lisboa quer impedir acesso por questões de segurança.
A Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) vai pagar mais de 19 mil euros para melhorar a aplicação original da rede de bicicletas partilhadas Gira, que apresenta várias falhas, bloquear duas apps criadas por estudantes e evitar que novas surjam. Os autores das ferramentas informais, uma delas com 600 utentes diários, lamentam a decisão da empresa municipal e que esta "não aproveite" as suas ideias. A EMEL indica que identificou "constrangimentos pontuais com a app" e que esta é uma forma de solucioná-los.
