
Manuel Afonso nas mãos dos futuros médicos, enquanto a mulher, Carminda, debulha feijão
Adelino Meireles
Alunos da Universidade do Minho andaram à procura de pessoas em Modelos, Monção, para fazer rastreios. E gostaram do que viram, "os lugares estão vazios, mas felicidade não falta".
Um grupo de estudantes de Medicina da Universidade do Minho (UMinho) entra na aldeia de Modelos, em Tangil, Monção, e espanta-se com os caminhos desertos e as casas vazias. Umas estão fechadas, outras em ruína. Algumas à venda. Numa ou outra, carros com matrícula francesa sinalizam que está gente, pelo menos, por uns dias.
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