
Vinte e seis mil euros será o valor das contraordenações de que a proprietária do lar foi alvo numa fiscalização da Segurança Social há três anos
Imagem enviada ao programa "Prova dos Factos" da RTP
Denunciados casos de idosos amarrados às camas e com fezes nos colchões, mas proprietária da unidade sem alvará nega negligência. O Ministério Público abriu um inquérito.
O Ministério Público está a investigar maus-tratos a idosos ocorridos num lar ilegal em Catribana, na zona norte do concelho de Sintra, onde, de acordo com as imagens divulgadas pelo programa "Prova dos Factos" da RTP, há utentes amarrados às camas pelos tornozelos e outros com fezes no colchão, indiciando falta de cuidados. A denúncia aponta, ainda, para o encaminhamento de doentes internados no Hospital Amadora-Sintra para esta estrutura residencial, apesar de não ter autorização legal para funcionar. Ao JN, Cristina Fernandes, a proprietária nega maus-tratos ou negligência a idosos no lar, que admite funcionar sem alvará, e recusa, também, que o hospital encaminhe doentes, sem intervenção das suas famílias.

