
Central de Valorização Energética da Lipor, na Maia
Leonel de Castro/Global Imagens
Energia a preço mais baixo servirá municípios e entidades como a APDL e a Misericórdia do Porto. Hospital de S. João também deverá integrar o projeto.
Dentro de seis meses, 11 municípios da Área Metropolitana do Porto e outras entidades públicas como a Santa Casa da Misericórdia do Porto ou a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) estarão a consumir eletricidade produzida pela incineração de resíduos na Lipor e a poupar entre 20% e 30% na fatura da luz. O objetivo é criar "a maior comunidade energética intermunicipal do país", explica ao JN o presidente do Conselho de Administração da Lipor, José Manuel Ribeiro.
