
Passagem das escolas para a competência da autarquia tem causado prejuízos
Diana Quintela/Global Imagens
A verba "insuficiente" para as escolas decorrente da descentralização de competências, que gerou 29 milhões de euros de prejuízo à Câmara de Lisboa, e os gastos com a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) contribuíram para a autarquia ter fechado as contas de 2023 com um saldo negativo, de 18,9 milhões de euros.
Foram, contudo, os gastos com o pessoal e as despesas com a Carris e a Gebalis os principais responsáveis pela derrapagem financeira, num ano em que a autarquia gastou 1000 milhões de euros. Segundo o município, foi "o melhor ano de que há registo, atingindo os 85% de execução".
