
Carlos Moedas no arranque do túnel de drenagem de Santa Apolónia
Foto: Paulo Lourenço
A criação de uma rede temporária de miniautocarros surge como a principal exigência de moradores da zona oriental de Lisboa para minimizar os impactos do fecho do metro entre o Terreiro do Paço e Santa Apolónia, previsto para o início de 2026. A interrupção da circulação naquele troço da Linha Azul, que deverá prolongar-se por cerca de seis meses, está já a motivar propostas concretas para garantir alternativas de mobilidade no centro histórico da cidade.
Miniautocarros dedicados, ajustes nas rotas da Carris e ligações intermodais mais eficazes fazem parte do conjunto de soluções defendidas por residentes e utilizadores dos transportes públicos, preocupados com os efeitos do encerramento numa zona com elevada densidade habitacional, forte pressão turística e intensa atividade comercial.

