
Parque verde é um dos locais abrangidos
Foto: Câmara de Porto de Mós
Protocolo entre o Município e a GNR prevê a instalação de "15 a 20 câmaras" nas zonas mais movimentadas da duas vilas.
O município de Porto de Mós assinou esta segunda-feira um protocolo com a GNR com vista à instalação de videovigilância na sede de concelho e em Mira de Aire. O investimento, a suportar pela autarquia, rondará os 250 mil euros e contemplará a instalação de "15 a 20 câmaras" nas zonas mais movimentadas das duas vilas.
Segundo o presidente da Câmara, Jorge Vala, "o concelho apresenta baixos índices de criminalidade face à média nacional", mas é preciso "reforçar a sensação de segurança" dos munícipes e, dessa forma, aumentar a capacidade de atrair população.
"Porto de Mós não tem problemas de segurança, mas [a videovigilância] não é um capricho. É uma necessidade para acautelar o futuro e transmitir tranquilidade às pessoas, fundamental para se escolher o local de residência", afirma o autarca, que espera que o sistema possa ficar operacional no decorrer deste ano. A expectativa é que a autorização da tutela seja concedida "dentro de dois a três meses", de forma a que o concurso para a aquisição do equipamento seja lançado "ainda durante o primeiro semestre" deste ano.
Para o comandante Territorial da GNR de Leiria, José Brito de Sousa, o protocolo assinado representa "um marco importante" para o reforço da segurança nas duas vilas. A sua convicção é que a videovigilância permitirá melhorar o patrulhamento, facilitar a deteção de ilícitos e "reforçar a prevenção criminal através da monitorização e identificação de comportamentos suspeitos". Além disso, contribuirá para "uma resposta mais rápida a incidentes" e para "combater a sinistralidade rodoviária", através da deteção de ações "perigosas".
"É um passo significativo na melhoria da segurança e bem-estar desta comunidade", declarou o representante da GNR, numa sessão na qual o município formalizou a cedência de um veículo motorizado, que já está ao serviço da GNR, para "facilitar a mobilidade" dos militares no terreno.
