
Foto: Leonel de Castro
O relógio existente na torre central do edifício da Câmara do Porto voltou a ter o seu número sete, que tinha caído no final de janeiro devido ao mau tempo.
Na quinta-feira, fonte da autarquia tinha esclarecido à Lusa que a peça do relógio de carrilhão já tinha "caído" no final de janeiro e que estava a ser reparada, estando previsto que fosse reposta "nos próximos dias".
Hoje, pelas 19.30, a peça já se encontrava de novo no local.
O relógio está inserido na torre central, com 70 metros de altura, do edifício da Câmara Municipal do Porto.
Em fevereiro de 2023 tinha sido reabilitada a torre dos Paços do Concelho e foi recuperado o relógio, "através da colocação de mástique, raspagem de tinta na base da zona do óculo e aplicação de pintura antioxidante e anticorrosiva", descreveu a autarquia no seu "site".
Construído no remate da Avenida dos Aliados, o projeto do edifício da Câmara do Porto, com uma planta trapezoidal desenvolvida em seis pisos e uma cave, foi apresentado pelo arquiteto António Correia da Silva e pelo engenheiro Monteiro de Andrade.
As obras começaram a 24 de junho de 1920 e o edifício foi inaugurado exatamente 37 anos depois, a 24 de junho de 1957.
Várias tempestades assolaram Portugal continental desde o final de janeiro, tendo sido a mais violenta a depressão Kristin, em 28 de janeiro.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
