
Turistas enchem ícone da cidade, mas ainda assim não prejudicam o negócio dos frescos, garantem comerciantes
Foto: Carlos Carneiro
Comerciantes históricos garantem permanecer "enquanto tiverem pernas". Administração daquele espaço histórico quer aperfeiçoar o regulamento.
Foi "na barriga" da mãe que Emília Santos entrou pela primeira vez no Bolhão. Agora é aquela comerciante, residente em Vila do Conde, que toma conta da banca que, um dia, espera deixar para a sua descendência, aquela cujos estudos teve que conseguir pagar quando o Bolhão foi interdito, em 2005, por risco de ruir. Garante que nunca teve tão boas condições para vender, desde que o mercado reabriu em 2022, depois de quatro anos de remodelação.
