Trabalhadores das cantinas escolares reclamam por contratos permanentes de trabalho
Os trabalhadores das cantinas escolares do concelho do Porto protestaram, esta quinta-feira, junto à Câmara Municipal.
Os cerca de 200 funcionários da Eurest pararam as cantinas das escolas como meio de manifestação da precariedade laboral em que vivem. De acordo com os trabalhadores, a Eurest está a contratar através de empresas de trabalho temporário que, por sua vez, contrata os trabalhadores apenas por três meses (de setembro a dezembro). O sindicato, representado na voz de Nuno Coelho, fala em precariedade, salários baixos e contratos frágeis. O sindicalista acrescentou que a Eurest tem apenas 22 trabalhadores efetivos nas cantinas escolares do Porto. "Os restantes contrata-os ano letivo a ano letivo". O sindicato entregou uma carta à autarquia portuense para ver soluções às exigências, mas, até ao momento, não obtiveram respostas.
