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Separados há quase dois anos, infanta e antigo jogador de andebol deverão assinar os papéis em janeiro. Processo decorre em Barcelona, onde casaram.
Foi a 25 de janeiro que a infanta Cristina e Iñaki Urdangarín anunciaram o fim do casamento de 24 anos, após virem a público fotografias do antigo jogador de andebol com outra mulher. Era Ainhoa Armentia, com quem trabalhava e mantém uma relação, embora ainda não esteja oficialmente divorciado da irmã mais nova do rei Felipe VI.
O processo tem-se arrastado e a revista “Hola” adianta que só será terminado em 2024, devendo ser retomado após o Dia de Reis, o ponto alto da quadra natalícia em Espanha. O divórcio será assinado em Barcelona, onde Cristina e Iñaki se casaram a 4 outubro de 1997.
Na altura, ao contrário do que aconteceu antes com a infanta Elena e Jaime de Marichalar e depois com Felipe VI e Letizia, o agora ex-casal não assinou nenhum acordo pré-nupcial, o que significa que se casaram no regime de separação de bens, como é padrão na Catalunha.
Nas últimas semanas, muito se tem lido sobre o assunto, sem que nada tenha sido confirmado. A única certeza é que, embora tenha aceitado que o pai dos quatro filhos (Juan, Pablo, Miguel e Irene) seguiu a vida amorosa ao lado de outra pessoa, Cristina continua a exibir a aliança de casada na mão esquerda. Quando o casamento for dissolvido, Iñaki deixará de ter escolta da Polícia Nacional, o que já suscitava muitas críticas. A imprensa espanhola adianta ainda que a infanta pagar-lhe-á uma pensão até três mil euros.v

