
Grupo da Póvoa de Varzim ajuda autoridades espanholas nas buscas
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O Grupo Operacional de Busca e Salvamento, da Póvoa de Varzim já está no terreno, em Espanha, à procura do ultramaratonista João Marinho, mas seus esforços foram infrutíferos até ao momento. As buscas foram retomadas esta manhã.
Às seis da manhã, Paulo Jorge Leite, um dos portugueses que participa nas buscas por João Marinho, em Espanha, escreveu no Facebook que estava pronto para mais um dia de muito trabalho.
Uma hora depois, colocou uma foto do cão que acompanha a equipa, numa zona montanhosa coberta de neve onde estão a fazer buscas para encontrar o montanhista português João Marinho, desaparecido há uma semana.
Nesta autêntica corrida contra o tempo, os familiares de João Marinho, que acreditam que ele esteja abrigado num qualquer refúgio improvisado, começam a desesperar, depositando todas as esperanças na Equipa de Resgate de Montanha integrada no Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), unidade da Guarda Nacional Republicana, que ainda não tinham obtido autorização para entrar em território espanhol.
Refira-se que a missão desta equipa de militares, formada na Serra da Estrela e nos Pirenéus, é precisamente o socorro e resgate dos amantes dos desportos de montanha envolvidos em acidentes ou perdidos.
Na quinta-feira, não houve busca aérea devido à falta de condições climatéricas, porque o vento esteve muito forte.
Os 16 efetivos espanhóis, aos quais se juntam os três portugueses e o cão labrador, do Grupo Operacional de Busca e Salvamento, foram divididos por grupos mistos, mas, da batida pelos trilhos dos Picos da Europa, até agora nenhum sinal de João Marinho, que está desaparecido desde do dia três de novembro.
