Desde a estreia, o filme acumulou 13,35 milhões de dólares (11,2 milhões de euros) nos Estados Unidos, com a revista "Variety" a lembrar que, visto que os donos dos cinemas ficam com metade do valor do bilhete, será difícil para "Melania" aproximar-se de cobrir os custos de produção. Por cá, bilhetes renderam 7880 euros nos primeiros dez dias.
Em Portugal, até domingo, 8 de fevereiro, o filme dcumental de Melania Trump, primeira dama e mulher do presidente dos Estados Unidos da América, foi visto por 1.135 pessoas, num total de 7.813 euros de receita, segundo dados do Instituto do Cinema e Audiovisual.
Melania, que teve estreia mundial a 30 de janeiro, foi realizado por Brett Ratner e produzido pela Amazon MGM Studios com a Muse Films, produtora criada pela ex-modelo e mulher de Donald Trump, num projeto que envolveu 75 milhões de dólares (cerca de 63 milhões de euros) - um recorde para um documentário.
Segundo a publicação especializada Variety, o filme acumulou 13,35 milhões de dólares (11,2 milhões de euros) nos Estados Unidos, com aquele meio a lembrar que, visto que os donos dos cinemas ficam com metade do valor do bilhete, será difícil para "Melania" aproximar-se de cobrir os custos de produção.
O realizador Paul Thomas Anderson e o músico e compositor Jonny Greenwood exigiram a retirada de trechos da banda sonora de "Linha Fantasma" usados no filme "Melania" sobre a primeira dama dos Estados Unidos da América.
Segundo um comunicado citado por vários meios de comunicação social norte-americanos, os dois autores do filme de 2017 protagonizado por Daniel Day-Lewis referem que, apesar de Greenwood não ter os direitos de autor da banda sonora, a produtora Universal "absteve-se de consultar Jonny neste uso por uma terceira parte, o que é uma violação do seu acordo de compositor". "Desta forma, Jonny e Paul Thomas Anderson pediram para que fosse retirado do documentário", acrescentou o comunicado."