
Maria Botelho Moniz sucede a Cristina Ferreira no horário e agarra formato que há foi de Júlia PInheiro
Divulgação/TVI
Em véspera de arrancar diante dos destinos de um novo "reality show" na TVI, "1ª Companhia" tem estreia marcada para o primeiro dia do ano, Maria Botelho Moniz fala do orgulho de suceder a Júlia Pinheiro num formato que regressa 20 anos depois, das mudanças previstas e das dificuldades que teria se ela própria tivesse de fazer esta recruta.
Levantar cedo não seria um problema para Maria Botelho Moniz caso integrasse o casting do novo reality show da TVI, 1ª Companhia, que se estreia a 1 de janeiro de 2026. "Sou uma menina obediente, sempre fui boa aluna, portanto acho que seria uma boa recruta. A parte física é que talvez fosse o meu maior desafio", antecipa a apresentadora de Queluz de Baixo em declarações oficiais comunicadas pela estação. Mas não vai entrar. Por isso, pode respeitar de alívio porque, se entrasse, "o maior desafio seriam as flexões". "Não consigo fazer uma flexão e já tentei muitas vezes. Ou as elevações que ainda são piores", afirma.
Botelho Moniz vai conduzir o formato que regressa 20 anos depois e após ter estado, por duas temporadas, nas mãos de Júlia Pinheiro. "Toda a gente sabe que eu tenho uma relação muito próxima com a Júlia, acho que isso ainda me traz mais responsabilidade", diz, revelando que tal "significa muito" e que a deixa "orgulhosa". "Vou agarrar um formato que não é feito há 20 anos, que a única pessoa que o apresentou é para mim uma enorme referência, portanto significa que fiz um bom trabalho, que a TVI acredita que tenho unhas para tocar esta guitarra e rédeas para agarrar esta tropa", acrescenta.
Ainda sem o elenco revelado e com o casting a ser finalizado, como revelou o diretor da estação José Eduardo Moniz, esta semana, a apresentadora antecipa um formato que chega com ligeiras alterações face ao original. "O que pode acontecer aqui é a modernização de algumas coisas. Por exemplo, a forma como poderão ser feitas as nomeações, o que funcionava há 20 anos agora funcionará de maneira semelhante, mas com um toquezinho mais moderno. O público é diferente, já vota de uma maneira diferente", detalha na mesma conversa.
Sobre o regresso o ao horário maior da TV, aos domingos à noite e sucedendo à diretora de Ficção e Entretenimento Cristina Ferreira, Maria Botelho Moniz "tem a certeza" de que "é capaz de agarrar um formato como este dos grandes realities". "Estou confortável. Aquilo que me pode tirar da minha zona de conforto é a linguagem, porque há uma linguagem muito própria, há aqui muitos termos militares que vou ter de me ambientar e também memorizar, mas tirando isso estou tranquila", garante.

