
Antigo jogador do Real Madrid e da seleção espanhola começa a deixar marca de autor nos “farmacêuticos”
INA FASSBENDER / AFP
Xabi Alonso transformou os “farmacêuticos” na principal ameaça ao Bayern e vai dando razão aos grandes mentores.
Em março de 2017, horas depois de Xabi Alonso ter anunciado o final do enorme futebolista, Pep Guardiola adivinhou-lhe outro futuro grandioso que nem o próprio tinha a certeza de perseguir: “Aposto que será treinador, e será dos bons”, atravessou-se o catalão. Dois anos depois, ficou a saber-se que tinha razão, naquela altura pelo menos em relação à primeira parte do vaticínio. Em 2020, já o ex-médio espanhol estava embrenhado na nova carreira, à frente da equipa B da Real Sociedad, foi José Mourinho a quase meter as mãos no fogo pelo ex-pupilo. “Jogou em Espanha, Inglaterra e Alemanha. Foi treinado por mim, pelo Guardiola, pelo Ancelotti e pelo (Rafa) Benítez. Tem tudo para ser um grande treinador”, justificou o português. Como quase sempre, o tempo deu razão a Pep e “Mou”: hoje, Xabi Alonso é o treinador da moda, orienta o co-líder da Bundesliga e há quem diga que só muito dificilmente é que não sucederá a Carlo Ancelotti no Real Madrid.
