Ex-futebolistas: qualidade de vida e segurança fizeram-nos ficar em Portugal

Valdo, de 61 anos, nascido no Brasil, é comentador de futebol e jogou no Grêmio, Benfica, Paris Saint-Germain, Nagoya Grampus, Cruzeiro, Santos, Sport, Juventude e Botafogo
Foto: Getty Images
Valdo, Paulo Assunção, Alan e Bruno Moraes são exemplos de ex-futebolistas radicados no país, apanhados na teia de laços, como o nascimento dos filhos, e a vida que encontraram por cá.
O final de carreira de um jogador imigrado está longe de resultar numa conta matemática, à qual se soma o regresso ao país natal. Muitas vezes, a profissão, ou a atividade, que vai escrever os capítulos seguintes da vida já ficou traçada pelos laços que se teceram durante os anos de alta competição e os planos de voltar a casa mudam por completo. "Quando vim para a Europa, identifiquei-me muito com o que encontrei em Lisboa e por isso adaptei-me com uma certa rapidez ao Benfica primeiro e, mais tarde, a Paris. Mas França e Paris são muito mais movimentados do que Portugal e Lisboa. Aqui é onde me sinto melhor", explicou Valdo, antigo jogador do Benfica e internacional brasileiro, em declarações ao JN.
