
Luís Pinto, treinador do V. Guimarães
Foto: Miguel Pereira
Luís Pinto, treinador do Vitória de Guimarães, falou de um jogo difícil perante um adversário para reter a bola e enalteceu a capacidade da equipa rerguer-se e ir atrás do triunfo.
"Parece que é um bocadinho o filme dos três jogos [F. C. Porto, Sporting e Braga] e o que tem sido necessário ao longo da época, que é ter sempre capacidade de responder e unir quando as coisas não estão a correr da forma que queremos. Primeira parte bastante difícil. É um bocado chato de defrontar o Braga porque têm muita capacidade para reter a bola. Mas a malta conseguiu seguir unida e perceber que estávamos vivos. Na segunda parte as coisas foram um bocadinho diferentes. O Braga tem uma grande entrada, grande saída, termina forte, mas a malta conseguiu agarrar-se uns aos outros", começou por analisar Luís Pinto.
Os golos do Vitória de Guimarães vieram de dois jogadores que começaram fora do onze: Samu e Ndoye. Um aspeto que o técnico abordou na flash.
"É mesmo algo que acho importante porque o futebol está em constante mudança. Os jogadores do banco têm uma importância muito diferente naquilo que é a preparação do jogo do que tinham há uns anos. Não temos nenhuma bola de cristal, mas preparamos os jogos a pensar no que pode vir a acontecer. Felizmente tivemos a felicidade, porque também é preciso tê-la para as coisas serem bem-sucedidas", realçou.

