Martim Fernandes vestiu quatro camisolas no clássico. Afinal, quantos exemplares levam os roupeiros para os jogos?

Martim Fernandes partiu o nariz frente ao Benfica
Foto: Mário Vasa
Martim Fernandes partiu o nariz num lance disputado com Sidny Cabral logo no início do clássico com o Benfica, que levou o F. C. Porto às meias-finais da Taça de Portugal.
Durante o clássico entre o F. C. Porto e o Benfica (1-0), dos quartos de final da Taça de Portugal, Martim Fernandes teve de trocar quatro vezes de camisola por causa do sangue derramado na indumentária quando fraturou o nariz num lance dividido com Sidny Lopes, logo no início do jogo.
O tema está a suscitar várias conversas nas redes sociais sobre o número de camisolas que os roupeiros têm disponíveis durante os jogos de futebol, sujeitos a uma enorme logística para salvaguardar situações como aquela que aconteceu na quarta-feira à noite.
Segundo apurou o JN, os responsáveis do F. C. Porto têm uma máquina de impressão no próprio estádio que permite colocar, logo no imediato, o número e o nome do jogador na camisola para salvaguardar situações semelhantes às protagonizadas por Martim Fernandes. No entanto, quando os jogos são fora, os roupeiros costumam levar duas camisolas de jogo para cada atleta.
Pode não parecer um número pouco excessivo, mas nem sempre os futebolistas têm de mudar de equipamento durante um jogo, a não ser que a camisola seja rasgada ou então, como aconteceu neste último jogo no Dragão, o sangue manche o tecido e os árbitros dêem indicação de troca de indumentária para seguirem as regras da segurança sanitária.

