
Rui Borges tem desafio pela frente em Arouca
Foto: Mário Vasa
Rui Borges fez a antevisão ao jogo do Sporting em casa do Arouca, da ronda 19 da I Liga, com início às 18 horas de sábado, abordando o temporal que se fará sentir durante o encontro. O treinador do Sporting fez também um ponto de situação dos lesionados.
Depois da vitória contra o PSG na Champions (2-1), Rui Borges quer "mudar o chip". "Foram 3 pontos para outra competição, contra um grande adversário. Arouca vai ser diferente, o campeonato é que é a nossa Liga dos Campeões. Exigência grande, mau tempo, vamos perceber o que o jogo vai pedir. O estado do terreno, se vai chover, se vai estar temporal. São coisas que teremos de ter em conta para nos adaptarmos, mas os campeões são assim, têm de ganhar independentemente das circunstâncias".
Sobre a saída de St. Juste para o Feyenoord, afastado do plantel, disse que "correu bem e foi um jogador importante, pois foi bicampeão", enquanto não sabe se Faye vai estar convocado, sendo que Pote e Diomande já treinaram, mas "vai ser uma decisão a tomar".
O técnico leonino falou da troca de Gyokeres por Suárez. "Saiu um grande jogador e veio outro. É um grande trabalho de toda a gente na observação, encontrar jogadores que se identificam com o Sporting para continuar a dar resposta em títulos, grandes campeonatos. E a qualidade de jogo, que é o que desejamos. Uma saída natural, que acontece milhentas vezes no futebol", assumiu.
Há a possibilidade de nevar em Arouca e o treinador mirandelense quer um Sporting de fato de macaco. "Eles adaptam-se bem à exigência, estratégia. Espero, e acredito, que estejam preparados para essa exigência seja com neve, bola cor de laranja, amarela, o que for. Acho que a equipa estará capaz de perceber. Se tiver de ser de fato de macaco, será, se tiver de ser de calções e t-shirt, será. Acho que eles percebem bem a responsabilidade", afirmou.
Revelou, por fim, um regresso de peso. "O Nuno (Santos) acredito que poderá, na próxima semana, começar a treinar com o grupo. Fico muito feliz se acontecer. Tenho quase a certeza que sim, se Deus quiser. O Ioannidis é muito do dia-a-dia. Perceber qual o passo que podemos dar. É muito o momento, não tem uma data específica", concluiu.

