
Seleção chegou a Auckland, Nova Zelândia, 11 dias antes da estreia com os Países Baixos, com o objetivo de acelerar a adaptação e atenuar os efeitos do fuso horário
D.R.
Adaptação à diferença horária e ao inverno mais rigoroso do que o costume são os primeiros desafios na Nova Zelândia. Relvados também preocupam. A estreia será no dia 23 frente aos Países Baixos.
A Nova Zelândia está 11 horas e duas estações do ano adiantada em relação a Portugal. Quando cá é noite, lá é dia; quando deste lado se dorme, do lado de lá vive-se acordado; enquanto por aqui se goza o verão, por lá lida-se com o inverno. A biologia do planeta mantém-se a salvo da intervenção do Homem, vai-se aguentando e ajustando com uma força admirável e isso, neste caso, levanta problemas à maioria das seleções que vão marcar presença na nona edição do Campeonato do Mundo feminino. Portugal incluído, é possível dizer pela primeira vez. Assim, a estreia da seleção portuguesa no maior palco futebolístico dar-se-á bem longe e os próximos dias serão determinantes para as jogadoras se ambientarem a um contexto que exige atenções redobradas a aspetos fundamentais para o rendimento desportivo.
