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Carro Vassoura. Amado pelo público, temido pelos ciclistas

Carro Vassoura. Amado pelo público, temido pelos ciclistas

A fechar a caravana da Volta a Portugal, o carro vassoura arranca palmas, gritos e sorrisos de milhares de pessoas de Norte a Sul do país. Passe o tempo que passar do pelotão, o público só desmobiliza depois de ver a viatura comandada por António José Rodrigues. A figura mais acarinhada pelo povo é a mais temida pelos ciclistas.

Há seis anos que António José Rodrigues viaja da Madeira para Portugal continental com uma importante função: conduzir o carro vassoura da Volta a Portugal, a viatura que fecha o "cortejo" de carros, motas e bicicletas, dando ordem para o trânsito poder retomar a normalidade.

Mas não é só para marcar o fim da caravana que o carro vassoura existe. Caso algum corredor desista de prova é para lá que é encaminhado, de forma a chegar seguro ao final da etapa. E se em outras alturas a viatura podia levar ciclistas sem olhar ao número, a pandemia impôs um limite. "O máximo é três. A partir daí, se houver mais desistentes, temos que combinar com as equipas para os virem buscar ou para deixarmos os ciclistas nas carrinhas. E claro, temos que tomar os cuidados básicos como a máscara e o distanciamento", explica António José Rodrigues ao JN.

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