F. C. Porto - V. Guimarães

Golão de Díaz embalou dragões para a reviravolta

Golão de Díaz embalou dragões para a reviravolta

Vitória esteve dois minutos a ganhar, mas a obra de arte do colombiano deu fôlego aos portistas. Expulsão de Mumin e golo de Evanilson fizeram o resto.

A noite seguinte à vergonha do Jamor, houve futebol a sério no Dragão. Ganhou o F. C. Porto (2-1), perdeu o Vitória de Guimarães, mas podia ter sido ao contrário, num jogo com muita história, que manteve os azuis e brancos na liderança do campeonato. Também houve superioridade numérica, neste caso para os portistas, mas aqui sem sombra de pecado, pois não havia como evitar os dois cartões amarelos que resultaram na expulsão do vitoriano Mumin.

O primeiro tempo não teve sete golos, mas teve dois, primeiro para os vimarenses, num penálti de Edwards, e logo a seguir para os dragões, num sensacional remate de Luis Díaz, que continua a fazer uma época de sonho. O Vitória esteve apenas dois minutos a ganhar e talvez passe por aí a chave da partida, pois o F. C. Porto não chegou a ter tempo para se intranquilizar. Até aos golos, as duas equipas mostraram ao que vinham, com os anfitriões mais dominadores, mas os visitantes sempre à espreita de criar perigo em velocidade.

Tal com tinha acontecido em Liverpool, a equipa de Sérgio Conceição falhou golos. Muitos. Uns por mérito de Bruno Varela, outros por nítida falta de pontaria. Logo no primeiro minuto, Otávio não se conseguiu redimir daquele falhanço escandaloso em Anfield. A seguir foi Díaz a desperdiçar, num chapéu que saiu demasiado largo. Pelo meio, Rochinha aqueceu as mãos de Diogo Costa. O golo de Marcus Edwards, numa falta de Zaidu assinalada fora da área, mas depois transformada em penálti por Luís Godinho, após alegado contacto do VAR, parecia abrir espaço a uma noite complicada para o F. C. Porto, mas Díaz fez questão de a simplificar e restabeleceu logo o empate.

A segunda parte começou praticamente com o vermelho a Mumin, que tirou fôlego e talvez a crença ao Vitória de que podia sair com pontos do Dragão. Na melhor jogada coletiva do desafio, o F. C. Porto chegou à vantagem, por Evanilson, e depois controlou o jogo, falhando pelo caminho uma série de golos que podiam ter tranquilizado as bancadas. Taremi, o regressado Corona e até Manafá não estavam para aí virados.

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Veja o resumo do jogo:

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