"Garantia pública e isenções fiscais ajudaram a um mercado imobiliário recorde"

Os indicadores do início de 2026 apontam para a continuidade da pressão sobre os preços, o que deverá manter a tendência de subida, diz o presidente da Associação Nacional Intermediários de Crédito Autorizados
Foto: Pedro Correia
Tiago Vilaça, presidente da Associação Nacional Intermediários de Crédito Autorizados, em entrevista ao JN, refere que a prestação da casa continua a descer, mas o valor médio do crédito à habitação aumenta. A explicação é simples: descida das taxas de juro. Explica ainda que as famílias tendem a ser mais sensíveis ao valor da prestação mensal do que ao montante financiado.
O capital médio em dívida nos créditos à habitação aumentou em 2025. Este crescimento reflete novos contratos com montantes mais elevados?
O capital médio em dívida no crédito à habitação apresenta valores distintos consoante a amostra analisada. Na média do último trimestre, o valor é mais elevado. Este aumento resulta da combinação da subida estrutural do preço das casas em 15% e do impacto do crédito jovem com garantia do Estado.

