Acidente deixou menino tetraplégico: "Fomos vítimas do mau funcionamento da passagem de nível"

Acidente em Caminha, em 2020, está a ser julgado
Foto: Rui Manuel Fonseca
A condutora do automóvel envolvido no acidente numa passagem de nível com guarda em Caminha, em dezembro de 2020, que deixou tetraplégico um menino de 12 anos, filho de um casal amigo, declarou esta quinta-feira, em tribunal, que não teve qualquer culpa no facto de a viatura em que seguia ter sido albaroada pelo comboio.
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A arguida considera "uma crueldade" acusá-la de ter tentado contornar as barreiras de proteção, quando se tratou de uma situação provocada pelo "mau funcionamento" do mecanismo de sinalização sonora com barreiras. Sónia Ferreira, de 44 anos, é acusada de um crime de ofensa à integridade física por negligência e incorre numa pena de até dois anos de prisão ou multa.

