Homicida do Bonfim alega ritual religioso para enrolar cadáver do amigo em lençóis

Homem estava acusado de morder, mutilar e matar amigo em alojamento local no Bonfim, no Porto
Foto: José Carmo/Arquivo
O Tribunal da Relação do Porto reduziu a pena única de prisão, de 23 para 22 anos e seis meses, aplicada a um homem pelo homicídio do amigo num alojamento local no Bonfim, no Porto, em abril de 2024, mas rejeitou a tese da defesa de que envolver o corpo em lençóis e atar mãos e pés seria, no caso, um ritual islâmico de respeito pelo morto.
Condenado em julho do ano passado pelo Tribunal de São João Novo por homicídio qualificado agravado, profanação de cadáver na forma tentada e detenção de arma proibida - além da pena acessória de expulsão de Portugal - o nigeriano Austine Benson, de 24 anos, viu agora a Relação manter as condenações pelos dois primeiros crimes, mas absolvê-lo do crime de detenção de arma proibida.

