Imobiliária processa câmara de Guimarães por desvio de estrada que travou urbanização

A estrada começou a ser construída em 2011 e ficou concluída dois anos depois
Miguel Pereira
Via de ligação no concelho de Guimarães não respeitou acordo de cedência de 1998. Empresa reclama 1,7 milhões por não ter construído o que tinha projetado.
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A empresa Lotesul - Empreendimentos Imobiliários moveu uma ação contra a Câmara de Guimarães, que acusa de não ter cumprido um acordo de cedência de terrenos e de inviabilizar a construção de uma urbanização por ter mudado o traçado de uma estrada, aberta em 2011, entre Selho São Jorge e Selho São Cristóvão. O município reconhece a alteração, mas argumenta que o protocolo não tem validade legal. O processo está no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga e a empresa reclama 1,7 milhões de euros.

