PJ diz que há prova "suficiente" no caso de morte de ucraniano por sodomia

Arguido voltou ao Tribunal de Matosinhos mas optou pelo silêncio
Foto: Pedro Correia
Empresário da Póvoa de Varzim voltou ao Tribunal de Matosinhos para responder pela morte de funcionário ucraniano em estufa.
Danny Eusébio limpou o local do crime, mudou o morto de roupa, transportou o cadáver, tentou enganar a polícia, nunca colaborou com a investigação e maltratava, há muito, Oleg Bergovenko. São tudo provas, para a Polícia Judiciária (PJ), de que o ucraniano foi morto por Danny. O horticultor foi absolvido em dezembro de 2022, de escravizar, sodomizar e matar o seu empregado. O Tribunal da Relação ordenou a repetição parcial do julgamento, que começou, esta quarta-feira, com um novo coletivo de juízas, no Tribunal de Matosinhos. O ucraniano, de 51 anos, foi morto a 10 de junho de 2021, nas estufas onde trabalhava, na Estela, na Póvoa de Varzim. Danny, de 46 anos, está acusado de homicídio qualificado.
