
Germán-Ramón Inclán Méndez, advogado de defesa, manifestou "satisfação por a verdade uma vez mais vir ao de cima"
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O Tribunal Superior das Astúrias confirmou esta terça-feira a absolvição dos quatro jovens portugueses julgados por alegada violação coletiva em Gijón, dois dos quais estiveram presos preventivamente por um mês e meio naquele principado espanhol.
Os quatro jovens, todos naturais e residentes em Braga e em Vila Nova de Famalicão, viram a Relação das Astúrias a manter na íntegra a absolvição, sem reservas, por considerarem que se tratou sempre de sexo consentido.
Por unanimidade, no Palácio da Justiça de Oviedo, capital do Principado das Astúrias, foi ainda rejeitado o pedido de nulidade do acórdão absolutório do Tribunal de Gijón, já solicitado pelo Ministério Público e pela advogada das duas alegadas vítimas.
Para a decisão unânime dos juízes desembargadores, em Oviedo, as imagens filmadas por um dos suspeitos foram determinantes para provar que o sexo não só foi consentido, como elogiado.
Os arguidos são naturais e residentes em Braga e em Vila Nova de Famalicão, agora com as idades entre 28 e 32 anos.
Advogado aplaude decisão
Ao JN, o advogado de defesa dos quatro portugueses, Germán-Ramón Inclán Méndez, manifestou "satisfação por a verdade uma vez mais vir ao de cima", enquanto a advogada das queixosas, Loreto Diaz Rodríguez, não quis fazer qualquer comentário.
