
Arguidos vão esta quarta-feira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto para o primeiro interrogatório judicial
Foto: Pedro Correia
Três administradores judiciais detidos no ano passado voltaram a ser presos pela PJ. Seis empresários e um advogado, sócio de Paulo Topa, também suspeitos de dissipar património de falências.
Uma operação da PJ deteve dez pessoas, com idades entre os 44 e os 77 anos, suspeitas de associação criminosa, corrupção e burla qualificada. Entre 2023 e 2025, a rede terá usado créditos falsos para se apropriar ilicitamente do património de empresas em falência ou em recuperação, beneficiando os insolventes e, ao mesmo tempo, lesando os legítimos credores. O valor dos desvios ascende a milhão de euros, mas a investigação ainda pode apurar mais prejuízos. A PJ já apreendeu vários bens aos arguidos. Só um dos carros está avaliado em mais de 200 mil euros.


