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Carrilho volta a ser absolvido de violência doméstica sobre Bárbara Guimarães

Carrilho volta a ser absolvido de violência doméstica sobre Bárbara Guimarães

Manuel Maria Carrilho, ex-ministro da Cultura (1999-2000), voltou, esta quarta-feira, a ser absolvido de um crime de violência doméstica sobre a apresentadora Bárbara Guimarães, à data sua mulher.

Em causa está uma alegada ameaça de morte que teria ocorrido, em 2013, no apartamento onde o casal residia, em Lisboa.

O julgamento fora reaberto por decisão do Tribunal da Relação de Lisboa.

Esta quarta-feira, a juíza Joana Ferrer, do Tribunal Local Criminal de Lisboa, confirmou a decisão que já tomara anteriormente. Apesar de ter sido absolvido do crime de violência doméstica, Carrilho foi condenado ao pagamento de uma multa por difamação.

No julgamento inicial, concluído em 2017, Bárbara Guimarães assegurara que, no outono de 2013, Carrilho ameaçara atirá-la pelas escadas do apartamento do casal, fazendo-a bater na estátua que o pai lhe dera e acrescentado que, depois, ele e os seus filhos iriam "rezar" por ela ao seu funeral.

Joana Ferrer recusou então aditar o facto à acusação do Ministério Público, mas, no final de 2018, o Tribunal da Relação de Lisboa mandou reabrir o julgamento, para que esse facto fosse apreciado.

Mas, em março de 2019, a mesma magistrada absolveu novamente o arguido, alegando que não ficara convencida da veracidade dos factos. Esta quarta-feira, após novo reenvio dos factos por parte da instância superior, Joana Ferrer confirmou mais uma vez a decisão.

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À saída, Carrilho mostrou-se "satisfeito" com a absolvição e acusou o Tribunal da Relação de Lisboa de "perseguição".

O ex-ministro fora já condenado, noutro processo, a quatro anos de pena suspensa por violência doméstica sobre Bárbara Guimarães. Neste caso, os factos terão ocorrido após o divórcio do casal, consumado em dezembro de 2013.

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