Lisboa

Carteirista detida pela PSP proibida de andar em elétricos e autocarros

Carteirista detida pela PSP proibida de andar em elétricos e autocarros

A PSP deteve uma mulher, com 47 anos, que foi surpreendida no interior de um elétrico a assaltar dois turistas, em Lisboa. Conhecida das autoridades desde 2001, a suspeita ficou proibida de andar de elétrico e de autocarro e tem de se sujeitar a um tratamento à toxicodependência.

A mulher foi detetada por agentes da Divisão de Investigação Criminal (DIC) na quarta-feira, pelas 10.30 horas, quando circulava no elétrico da linha 15, na freguesia da Misericórdia. Foi vista a entrar no elétrico na Praça do Comércio e, por ser "sobejamente conhecida" pela prática do carteirismo, os agentes seguiram-na.

"No interior e até à estação de Santos, apropriou-se das carteiras de duas pessoas. Na posse das mesmas, foi intercetada pelos polícias com um proveito que ascenderia aos 300 euros, não fosse esta ação policial que possibilitou a restituição dos pertences aos ofendidos imediatamente após o crime sem que estes tivessem sequer apercebido que tinham sido vítimas de um furto", refere, esta sexta-feira, a PSP.

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Além disso, os investigadores conseguiram imputar seis crimes de furto qualificado que motivaram a apresentação da carteirista a primeiro interrogatório judicial por furtos de carteirista na carreira do elétrico 15.

"Esta atividade criminal permitiu-lhe obter proveitos que ascendem aos 2700 euros. A carteirista, documentou a PSP, desde pelo menos 2001 que faz disto modo de vida, apresentando um reportório de várias condenações desde então", revelou a Polícia.

A detida encontrava-se com pena suspensa por um furto de carteira cometido na Comarca Judicial do Porto. Havia sido condenada a uma pena de prisão de seis meses, suspensa na sua execução até ao próximo dia 30 de setembro por trânsito em julgado a 30 de setembro de 2021.

Ouvida em primeiro interrogatório judicial ficou obrigada a apresentações diárias, ficando ainda proibida de circular nos elétricos e nos autocarros e obrigada a fazer de quatro em quatro meses tratamento no Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT) do Porto.

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