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Defesa de Vieira leva a três demissões no órgão máximo do MP

Defesa de Vieira leva a três demissões no órgão máximo do MP

Advogado do ex-presidente do Benfica criticou procurador que deteve o seu cliente. Conselho Superior pediu respeito pelo dever de reserva.

As críticas públicas do advogado Magalhães e Silva ao procurador Rosário Teixeira, após a detenção do então presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, levaram o primeiro, a académica Maria João Antunes e o também advogado Arala Chaves a renunciarem, anteontem, aos mandatos de vogais do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). "Não estamos disponíveis, no âmbito das nossas profissões, para limitações à liberdade de expressão", justificou, ao JN, Magalhães e Silva, advogado de Vieira no inquérito-crime "Cartão Vermelho".

Magalhães e Silva, conselheiro eleito pela Assembleia da República, e Arala Chaves e Maria João Antunes, designados pela ministra da Justiça, renunciaram após uma deliberação CSMP que "exorta" os seus membros a cumprirem o dever, estatutário, de reserva.

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