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Destruição dos corpos não salva alemão de vir a ser condenado por homicídio

Destruição dos corpos não salva alemão de vir a ser condenado por homicídio

Maioria dos casos de crimes sem cadáver resulta em condenação pelos tribunais. Prova científica é fundamental.

A Polícia Judiciária (PJ) já perdeu a esperança de encontrar os corpos de Mário Sobral, 65 anos, e Mário Coucelos, 74. Os dois amigos da ilha do Pico, nos Açores, estão desaparecidos desde o dia 10 e os inspetores acreditam que ambos tenham sido assassinados e os seus cadáveres incinerados pelo alemão Tomislav Jozic que, com este último crime, pensava ter eliminado toda a prova que o pudesse comprometer. Contudo, a jurisprudência mostra que, mesmo com os corpos das vítimas ocultos, é possível obter uma condenação pelo crime de homicídio.

Foi o que aconteceu, por exemplo, no caso da "Máfia de Braga". Também Leonor e João Cipriano foram condenados a penas pesadas pelo homicídio da pequena Joana, sem que o cadáver da menina alguma vez tivesse aparecido. E o mesmo aconteceu com Francisco Leitão, que ficou para a história como "Rei Ghob", após ter sido considerado culpado das mortes de Tânia, Ivo e Joana.

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