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Funcionários públicos corrompidos com 200 euros por rede de imigração ilegal

Funcionários públicos corrompidos com 200 euros por rede de imigração ilegal

Ao longo dos últimos quatro anos, uma rede com ramificações internacionais a operar em Portugal legalizou centenas de imigrantes oriundos do Paquistão, Índia, Nepal ou África, obtendo de forma fraudulenta documentos e autorizações de residência graças à cumplicidade de funcionários do Estado que recebiam 200 euros por cada processo despachado rapidamente.

A Polícia Judiciária desmantelou, ontem, o esquema que terá rendido milhões de euros ao grupo encabeçado, em Portugal, por um advogado já condenado por auxílio à imigração ilegal. Ao todo, a PJ fez 22 detenções, incluindo três advogados, dois funcionários do Fisco, dois da Segurança Social e uma inspetora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Os outros são angariadores.

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