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Julgado pela morte de "Trico", líder do gangue do Valbom

Julgado pela morte de "Trico", líder do gangue do Valbom

Arguido que já cumpriu pena por matar três familiares responde agora por mais dois homicídios.

Começou na quinta-feira nas Varas Criminais do Porto o julgamento de Rui Mesquita Amorim, cadastrado que responde pelo assassínio de dois homens a cujos corpos terá dado sumiço. Uma das vítimas foi "Trico", líder do gangue de Valbom que, em liberdade condicional, se encontrou com Amorim, que conhecera na cadeia. O motivo seriam 600 mil euros de dívidas de droga. Amorim, que em 1995 matou três familiares, em Viana do Castelo, ouviu ontem, imperturbável, o pormenorizado relato das circunstâncias que o apontam como autor de mais dois assassinatos. Depois de dizer ao tribunal que optava pelo silêncio, sentou-se para ouvir o inspetor-chefe da PJ António Pinto falar sobre os indícios recolhidos em quase dois anos de investigação.

"Trico", aliás Fernando Borges, líder do gangue de Valbom, conheceu Amorim nas celas do presídio de Coimbra, onde teriam um negócio de droga. Libertado condicionalmente em 2017, "Trico" passaria a fornecer Amorim, que, desde a cadeia, fizera crescer o negócio ilícito para as ruas. Mas um "fornecimento" de cocaína que seria intercetado pelas autoridades terá estragado a amizade. Amorim culpava "Trico" pelo negócio gorado e reclamava-lhe 600 mil euros.

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