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Multibancos mais seguros e com regras já não são assaltados

Multibancos mais seguros e com regras já não são assaltados

De 2017 para 2020, o número de assaltos a multibancos caiu de 203 para 25. E mesmo os roubos concretizados naquele último ano não resultaram em lucros para os grupos criminosos, uma vez que os sistemas de segurança das máquinas inutilizaram as notas.

Para a queda abrupta de um crime que chegou a merecer destaque no Relatório Anual de Segurança Interna contribuíram, sobretudo, três fatores: um despacho governativo que impõe medidas de segurança e avaliações de risco a efetuar pela PSP aos multibancos, o desenvolvimento de sistemas de tintagem de notas capazes de resistir a explosões e a investigação policial, que levou à detenção dos principais grupos criminosos.

A solução surgiu quando, com os bancos em pânico pela sucessão de assaltos e a Polícia sem meios para travar um crime que fomentava um grande sentimento de insegurança, foi criado, em 2017, um grupo de trabalho para discutir medidas de combate. Baseado nas conclusões dessa "task force" nasceu um "despacho governativo, que forçou os bancos a investir na segurança", refere o atual diretor do Departamento de Segurança Interna da PSP, superintendente Pedro Gouveia.

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