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Recusada libertação de suspeito de matar sogro para vingar violação de criança

Recusada libertação de suspeito de matar sogro para vingar violação de criança

O Tribunal da Relação de Lisboa manteve a prisão preventiva de Bruno Domingos, 34 anos, acusado da morte do ex-sogro à pancada, por acreditar que este tinha abusado sexualmente da sua filha de nove anos. O crime aconteceu em janeiro em Marvila, Lisboa.

António Jaime, advogado de Domingos, tinha recorrido da medida de coação. "Nem há perigo de continuação de atividade criminosa porque o alvo era só um, nem há alarme social devido à razão que o levou a cometer o crime, proteger a filha dum abusador", alegou o advogado que pedia a mudança para apresentações ou prisão domiciliária.

Na noite do crime, Bruno dirigiu-se ao apartamento de Luís Costa por acreditar que o ex-sogro tinha abusado sexualmente da menina e continuava a vê-la quando saía da escola, mesmo com ordem do tribunal para não o fazer. Arrombou a porta e desferiu pontapés e socos na cara da vítima que acabaria por morrer. Bruno Domingos entregou-se oito dias depois às autoridades.

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