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Rede faz fortuna a vender carros alheios e enganar bancos

Rede faz fortuna a vender carros alheios e enganar bancos

Condenados em Braga a penas suspensas usavam documentos falsos em conservatórias e testas de ferro.

O Tribunal de Braga condenou a cinco anos de prisão, com pena suspensa, dois homens por mais de 30 crimes de falsificação de documento, com os quais venderam carros que lhes não pertenciam, num valor próximo do milhão de euros. O esquema passava também por pedidos de financiamento fraudulentos cujas prestações não eram depois pagas.

José Miguel Fischer e Nuno Silva, ambos de Braga, são os arguidos com as penas mais elevadas. O primeiro foi ilibado de dois crimes de burla qualificada de que estava acusado e o segundo condenado por um. Três outros arguidos - José Silna, Manuel Machado e Rui Dinis - tiveram penas entre três anos e dois anos e dois meses, também suspensas. O processo envolvia uma sexta arguida, que foi absolvida. Os dois principais arguidos ficam, ainda, obrigados a devolver, em cinco anos, o dinheiro das burlas às vítimas, valor que varia entre 500 mil e um milhão de euros.

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