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Um guarda prisional vigiou cerca de 900 reclusos de Custóias

Um guarda prisional vigiou cerca de 900 reclusos de Custóias

O internamento hospitalar de cinco reclusos fez com que, na noite de quinta-feira, houvesse apenas um guarda prisional para vigiar os quatro pavilhões que albergam os cerca de 900 reclusos recolhidos na cadeia de Custóias, em Matosinhos. A falta de recursos humanos obrigou, inclusive, a encerrar a padaria, onde os presos fabricam o pão para abastecer a comunidade prisional.

Segundo o JN apurou, o turno da meia-noite às 8 horas de anteontem contou com apenas 11 elementos da Guarda Prisional. Destes, cinco permaneceram no hospital onde, na tarde anterior, ficaram internados quatro reclusos. Um quinto preso hospitalizado já teve, por falta de pessoal em Custóias, de ser guardado por elementos requisitados a outras cadeias da região.

Dos seis guardas que se mantiveram no interior do estabelecimento prisional, cinco foram colocados em locais estratégicos para controlar as rotinas prisionais, fazendo com que sobrasse apenas um para vigiar os quatro pavilhões repletos com cerca de 900 presos.

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