
Os EUA vão receber o Campeonato do Mundo de Futebol. E Donald Trump recebeu o Prémio da Paz da FIFA, em 2025 (um galardão criado apenas no ano passado)
Foto: AFP
Desafios políticos, espaciais, desportivos e climáticos preenchem a agenda de um ano que entrou a pés juntos nas relações diplomáticas entre países, com os Estados Unidos da América à cabeça.
O imprevisível ataque norte-americano à Venezuela e as réplicas que lhe seguiram lançaram as tensas relações internacionais envolvendo os EUA para o topo da agenda internacional, num início de ano em que Washington deixa a descoberto as intenções hegemónicas que há muito vinha publicitando. Mas 2026 não se esgota nas guerrilhas que a Casa Branca quer travar com o Mundo, e o calendário para os próximos meses reserva tempo para a "guerra espacial" entre potências, o conflito no Médio Oriente, eleições, o Campeonato do Mundo de futebol e desafios na diplomacia climática.

