
epa07317496 Heavy machinery is seen at the site where rescue teams work to find two-year-old boy Julen, who fell down a 110-meters-well on 13 January, in Totalan, Malaga, Spain, 25 January 2019. The excavation works have reached the depth where the kid is believed to be. Now, miners involved in the rescue operation are manually perforating a 4 meters tunnel to reach the boy. The hardness of the ground has delayed the operation in the rescue of the boy during the last days. The difficulty and magnitude of the works make this a rescue operation without precedents in Spain. EPA/DANIEL PEREZ
DANIEL PEREZ/EPA
A galeria para resgatar a criança de dois anos que caiu há 12 dias num poço em Totalán, Málaga, tinha esta sexta-feira ao início do dia apenas 1,5 de comprimento dos quatro necessários para chegar até ao menino.
A galeria começou a ser escavada à mão por mineiros, na quinta-feira, a partir do túnel aberto pelas autoridades, paralelo ao buraco profundo e estreito onde a criança caiu.
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As complexas características do terreno tornaram necessárias já duas pequenas explosões controladas, que exigiram a intervenção da Guarda Civil, conforme relatou a subdelegação do Governo em Málaga.
Os mineiros deslocados das Astúrias que perfuram o subsolo conseguiram, após as primeiras horas de trabalho, escavar um metro de comprimento dos quatro que se estimam serem necessários para chegar ao local onde estará a criança.
Os membros da equipa também expandiram o diâmetro da cavidade aberta e escoraram o espaço.
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A brigada mineira, que começou a trabalhar na galeria na quinta-feira, às 17.33 horas locais (16.33 horas em Portugal continental), estimou inicialmente em 24 horas o tempo necessário para escavar a galeria manualmente.
Trata-se de uma operação muito complexa e trabalhosa porque os mineiros têm de subir e descer dois a dois, numa cápsula própria, pelo túnel aberto com maquinaria pesada.
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As características do terreno, de extrema dureza, dificultaram o trabalho de perfuração de um túnel vertical de 60 metros paralelo àquele em que o menino caiu, o que atrasou a entrada em ação desta brigada mineira para escavar a galeria de acesso ao local onde a criança estará.
Até depois das 02.30 horas (01.30 horas em Portugal continental) permanecia no local um pequeno grupo de pessoas que participaram numa vigília de apoio à criança (Julen) e sua família, na qual num primeiro momento estiveram também os pais do menino, José Roselló e Victoria García.
