
Pequim, na China
Foto: Adek Berry/AFP
Ainda era de manhã em Portugal quando tocaram as doze badaladas em países como a Austrália, Nova Zelândia e algumas ilhas remotas do Pacífico. Acompanhe a virada de ano pelo Mundo connosco.
Um atol na remota nação insular do Pacífico, Quiribati, foi o primeiro a celebrar o Ano Novo, às 10 horas em Portugal continental. Composto por 33 ilhas, Quiribati controla mais de 3,5 milhões de quilómetros quadrados do Oceano Pacífico. Também a Ilha de Chatham, na Nova Zelândia, já está em 2026. O remoto arquipélago no Oceano Pacífico alberga cerca de 600 pessoas.
Pelas 11 horas em Portugal continental, Auckland, na Nova Zelândia, deu as boas-vindas ao novo ano com um espetáculo de fogo de artifício sobre a Sky Tower. O espetáculo de cinco minutos contou com 3500 fogos de artifício lançados de vários andares a partir da torre de 240 metros, a estrutura mais alta do país.
As nações insulares do Pacífico, Samoa, Tonga, juntamente com Tokelau - um território dependente da Nova Zelândia a cerca de 3500 quilómetros a norte de Auckland - também celebraram a chegada de 2026.
Na Austrália, pelas 23 horas locais, foi feito um minuto de silêncio e a Ponte do Porto de Sidney foi iluminada com uma menorá (um dos principais símbolos do Judaísmo), uma pomba e as palavras "unidade" e "paz" projetadas na estrutura em homenagem às 15 pessoas mortas no ataque terrorista na praia de Bondi, no início do mês. Anúncios transmitidos no interior das estações ferroviárias do centro da cidade pediam aos passageiros que ligassem as lanternas dos telemóveis para "iluminar em solidariedade com as vítimas e todos os afetados pelo ataque".
À meia-noite, fogos de artifício iluminaram os céus sobre o Porto de Sidney, parte do icónico espetáculo anual.
Sidney, na Austrália (Foto: Saeed Khan/AFP)
Sidney, na Austrália (Foto: Dan Himbrechts/EPA)
Vanuatu, Ilhas Salomão e Bougainville, uma ilha autónoma que faz parte da nação insular da Papua Nova Guiné, também celebraram o início do novo ano.
Pelas 15 horas em Portugal continental, o Japão entrou em 2026. As celebrações de Ano Novo, conhecidas como shōgatsu, o maior evento do calendário japonês, estendem.se até 3 de janeiro. As preocupações com a segurança forçaram o cancelamento de um evento numa importante estação ferroviária no bairro de Shibuya, em Tóquio. Porém, os japoneses reuniram-se, por exemplo, no templo Tokudai-ji, em Tóquio, para participar no toque dos sinos para saudar a chegada de 2026.
Após terem participado em inúmeras festas bonenkai - ou festas de "esquecimento do ano" - durante o mês de dezembro, os japoneses ficam agora acordados para ver o primeiro nascer do sol do ano. Para os budistas, é um momento para se reunirem em templos por todo o país.
Tóquio, no Japão (Foto: Philip Fong/AFP)
Ao mesmo tempo, a Coreia do Norte e a Coreia do Sul também entraram no novo ano. Em Seul, uma cerimónia de toque de sinos e contagem decrescente marcou o final de 2025 no Pavilhão Bosingak, enquanto a Coreia do Norte deu as boas-vindas a 2026 com um espetáculo de fogo de artifício na Praça Kim Il-sung, em Pyongyang.

Seul, Coreia do Sul (Foto: Jung Yeon-Je/AFP)
Às 16 horas em Portugal continental, a China, Taiwan, Hong Kong, Malásia, Singapura e as Filipinas foram alguns dos países deram início às celebrações de Ano Novo.
Hong Kong (Foto: May James/AFP)
Putrajaya, na Malásia (Foto: Mohd Rasfan/AFP)
Makati, na Grande Manila, Filipinas (Foto: Jamillah Sta. Rosa/AFP)
Com o sol a pôr-se em Portugal continental, pelas 17 horas, batiam as doze badaladas na Tailândia, Vietname, Camboja, Laos e Jacarta, no oeste da Indonésia, dando as boas-vindas ao Novo Ano.
Próximos países a celebrar o Ano Novo
Índia e Sri Lanka - 18.30 horas
Rússia (Moscovo) - 21 horas
Ucrânia - 22 horas
Alemanha, França, Espanha, Suíça e Itália - 23 horas
Reino Unido, Gana e Portugal - 0 horas
Brasil e Argentina - 3 horas de dia 1 de janeiro
Costa leste dos EUA - 5 horas de dia 1 de janeiro

